Após o exaustivo combate, decidem montar turnos de guarda sequenciais, e descansar na mina. Como disse Kojiro, "Prefiro me arriscar com os monstros a morrer caindo desse paredão de 40m", referindo-se ao poço do elevador que eles teriam que escalar. Por sorte, nada mais de vivo havia naquela mina, e eles puderam descansar sossegados.
Após acordar, começou então a luta para escalar o paredão de 40m de rocha. Graças à magia de velocidade de Camaro, Askelade, Galtarr e Kojiro conseguiram escalar a rocha. Usando os cavalos e corda para içar os outros, em pouco tempo todos estariam livres da mina.
Porém algo inesperado aconteceu. Ao se preparar para viagem, Kojiro e Askelade avistam um humanóide à espreita. Kojiro dispara em investida, certo de ter acertado o espião, mas descobre sua lâmina entre as rochas, enquanto o ser move-se rapidamente, parando atrás de Askelade. Em vão, ele tenta conjurar uma das suas feras ígneas, mas o vilão o atinge nas costas, paralizando-o. Galtarr o alveja com 2 tiros certeiros, mas ele sequer se abala do seu foco: Askelade. Utilizando-se de um pequeno papel com uma runa, ele faz com que o corpo de Askelade suma, desaparecendo logo em seguida em pleno ar.
"Ferreira...", diz Lutz, para seus companheiros. "Outrora humano, vendeu-se ao demônio Castijo para adquirir mais poder, e hoje é o seu braço direito. Eu faço parte de uma ordem que tem por objetivo destruir esse demônio vil e biltre. E vejo agora que nossos caminhos se cruzaram mais que por acaso."
Após o embate, rumam para Neve Morta, onde relatam à Sra. Lança de Gelo o ocorrido na mina, e, a seu pedido, rumam para Lua Argêntea. para pedir a ajuda da Aliança do Norte na proteção da vila contra os Orcs.
E assim é feito. Partem na manhã seguinte para Lua Argêntea, com a carta de Sra. Lança de gelo em mãos, para entregá-la a Alustriel. 6 dias de viagem os separa da Gema do Norte, e todos anseiam em chegar até lá.
Passados esses dias de espera, a visão reconfortante dos prédios esmeralda entre as árvores seculares de Lua Argêntea. Todos queriam rever seus entes queridos, e cumprir logo com a missão que lhes foi dada. Por isso o primeiro destino é o Conselho de Prata, sede da Aliança do Norte. Lá Galtarr encontra-se com Zara Tanthor, uma pessoa enviada por Alustrel para receber a carta de Neve Morta. Ela comunica que no raiar do dia seguinte deveriam estar na frente da sede da Aliança, para encontrarem-se com Alustriel em pessoa.
Após essa estranha revelação, cada um resolve cuidar dos seus afazeres, e depois se encontrar na casa de Galtarr para a divisão de todo o espólio arrecadado. Contudo, algumas coisas estranhas acontecem. Talindra tenta retornar à academia onde foi criada, mas esta encontra-se fechada e trancada, mesmo nos seus acessos secretos. Lutz vai até a sede da Ordem, mas para encontrar apenas um noviço com um recado, nada mais. Galtarr procura seu primo na ordem dos Arqueiros Inigualáveis, e ele diz que algo de estranho acontece em Lua Argêntea... Fatos estranhos à parte, e tesouro dividido, todos tem uma noite de repouso e, no raiar do dia seguinte, rumam para o encontro com Alustriel.
Lá chegando, ela já os aguarda, magnânima e imponente, com palavras doces de gratidão e súplica. Agradece pelo que fizeram por Neve Morta e pede que, em seu nome, levem um baú de tesouros para uma pequena cidade ao oeste do Pântano Eterno, Nesmé. Anunciou, também, que como recompensa, todos poderiam treinar suas habilidades com a Guarda em Prata, honra inigualável para um aventureiro em Lua Argêntea. Além disso, por iniciativa própria, Alustriel presenteia cada um dos aventureiros com um item mágico, como recompensa adiantada pela missão que cumprirão para ela.
Com ânimos e alforjes reabastecidos, preparam-se para rumar para Nesmé, e enfrentar os trolls que estão provocando tanta desgraça à pequena cidade. Mas o que os aguarda nessa jornada? E o que os trolls querem atacando uma cidade?
Trevas escuras.
Após seu longo período de treinamento, o intrépido grupo ruma para sua última missão em Neve Morta - investigar o que ocorre na antiga mina de ferro dos anões, onde supostamente está o que matou o anão há algumas dezenas. Seria uma missão difícil, por isso era imperativo preparação e cautela, ainda mais agora sem Eowariorim e seu conhecimento sobre rastros e trilhas.
Após 2 dias de viagem chegam à entrada da mina, calma e escura como deveria ser. Lá dentro, um antigo elevador que, após cuidadosa averiguação, descobre-se que está em perfeito estado de conservação e funcionamento. Estranham, mas como não havia outra forma de descida mesmo, teriam que usá-lo. E assim o fizeram, chegando até a base da mina, onde foram recepcionados por várias feras das trevas, como zumbis do tamanho de ogros, gárgulas que não eram feitos de pedra e até uma imensa massa negra de lodo e trevas, todos comandados por uma sacerdotisa de Shar.
Após um árduo combate, conseguiram derrotar todos os seus inimigos, exaurindo-se quase que completamente.
Mas como prosseguir? Como retornar? A fera negra havia destruído o elevador, e ainda haviam áreas a serem exploradas na mina que poderiam conter inimigos...
Após 2 dias de viagem chegam à entrada da mina, calma e escura como deveria ser. Lá dentro, um antigo elevador que, após cuidadosa averiguação, descobre-se que está em perfeito estado de conservação e funcionamento. Estranham, mas como não havia outra forma de descida mesmo, teriam que usá-lo. E assim o fizeram, chegando até a base da mina, onde foram recepcionados por várias feras das trevas, como zumbis do tamanho de ogros, gárgulas que não eram feitos de pedra e até uma imensa massa negra de lodo e trevas, todos comandados por uma sacerdotisa de Shar.
Após um árduo combate, conseguiram derrotar todos os seus inimigos, exaurindo-se quase que completamente.
Mas como prosseguir? Como retornar? A fera negra havia destruído o elevador, e ainda haviam áreas a serem exploradas na mina que poderiam conter inimigos...
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