Após o incidente com o barco, o grupo decide seguir à pé pela orla do rio até chegarem a Nesmé: uma sombra de uma próspera cidade de agro-pecuaristas, hoje formada por homens e mulheres alqueibrados e cansados pelas constantes batalhas.
Ao entrar pelo grande portão, são conduzidos até a fortaleza da regente, Tessarin Alaurun, que além de agradecer infinitamente pela ajuda, os explica como está a situação atual de Nesmé. Também reencontram Camaro, que aparentemente não teve probelmas com orcs para chegar até lá.
Comovidos pela situação do povo, decidem ajudar na defesa da cidade contra os trolls (que, segundo relatos do comandante da milícia, foram afugentados das montanhas por um grupo organizado de gigantes do gelo).
Enquanto esperam pelo ataque decidem lançar mão de um recurso dado a eles por Alustriel: um conjunto de cartas mágicas que, segundo ela, pode trazer grandes benefícios. Após três dias testando o baralho, Askelade (que se auto-proclamava o "abençoado por Beshhaba" para esse tipo de coisa) é forçado ao combate com um poderoso demônio (por causa de uma carta que ele retirou do saco de veludo azul). Mesmo após usar todos os recuros que Kossuth o havia garantido, a derrota ainda parecia inevitável. Então, quando o último dos seus aliados de fogo tombou, ele usou um outro dom (também garantido pelas cartas místicas) e convocou a ajuda de um dragão de Bronze, chamado Grertrehen.
Grertrehen, após derrotar o demônio de ossos, mostra'se bastante surpreso em estar naquele lugar, mas mostra-se bastante prestativo e decide ajudar os aventureiros a defender Nesmé. e, nesse momento, as trombetas tocam. "Ataque troll! Ataque troll!" é o que se ouve pelas ruas.
Um comentário:
Será que nosos antigos personagens sumirão nas mãos dos trolls? Eu queria ter matado pelo menos um.
Postar um comentário